FÓRUM ESPECIAL

Este texto é a página inicial da obra Teogênese ou Teomorfose?
Está adicionado para estabelecermos um debate inicial sobre a obra.

PREÂMBULO

Respeitável leitor(a) que me honra com a sua atenção!

  1. A realidade – ou verdade, como preferir – geralmente é feia, desagradável, talvez horrenda, dependendo do seu alcance. É prazenteiro disfarçá-la ou sobre ela mentir, para que o viver seja confortável e, quiçá, feliz.
  2. Apresento, aqui, o entendimento alcançado após décadas de análises e observações. Não sendo detentor de sabedoria, mas apresentando o resultado de torturantes experiências mentais, convido-o ao descortínio de novos horizontes, novas paisagens... Desanuviando visualizações, desfazendo brumas que encobrem a compreensão.
  3. O conhecimento é adquirido pela particularidade, no entanto o SABER é conquistado pelo conhecimento generalizado. Apenas assim pode-se ampliar o VIVER... Não estou me referenciando à sabedoria, por considerar que ela se refere ao manifestar do SABER. Assim entende-se ao distinguir cada palavra como sendo ela mesma, somente ela, sem qualquer alusão aos termos sinonímicos e às variações definidoras de procedimentos e atitudes. Os termos sinonímicos se reportam à parecença, não ao significado na sua pureza original.
  4. Despretensiosamente venho dissipar o reiterado procedimento mental que é assumido perante o inusitado, para que a compreensão se efetive ao descortinar conceitos abordados nesta obra.
  5. Quando se alude à inexistência de algo, presume-se a sua ausência; ao se declarar que algo deixou de inexistir, alude-se a sua existência. Ao se novamente aludir à inexistência, novamente presume-se a ausência; ao novamente se declarar que não há inexistência, novamente alude-se a existência. A repetição da palavra “novamente” nestas linhas “alude” ao procedimento mental referido no parágrafo anterior.
  6. Assim sendo considerado, ao nos referirmos à inexistência da inexistência não estaremos propondo a existência, posto que estamos aludindo ao SABER. Quando declaramos que uma coisa não existe por não existir o seu contrário, estamos afirmando que nem mesmo o contrário existe. Ao dizermos que não existe a escuridão por nunca ter existido a claridade, nem uma e nem outra existe! Trata-se da inexistência tanto do existente quanto do inexistente, a NULIDADE PRIMORDIAL.
  7. Não sabermos da existência de algo não implica a sua inexistência, apenas apresenta-se a nulidade pessoal referente àquele algo. Ao identificarmos a sua existência dissipa-se a nulidade referente àquela coisa. Mas não identificamos a nulidade precedente.
  8. Para ampliar estas proposituras e estabelecer o conceito do inusitado perante o não saber, o entendimento de que um glóbulo sanguíneo que habita um corpo vivo, qualquer que seja, conhecerá o interior corporal na sua plenitude. Entretanto será incapaz de pelo menos almejar o corpo que explora, devido ao estar dentro e não fora dele; e para estar fora deixará de ser o que é para ser um corpo idêntico ao que o contém.
  9. Igualmente ao analisar a vida de um aracnídeo acariano identifica-se que ao sugar o sangue ele estará apenas alimentando-se, não tendo noção da vida do corpo assediado. E jamais adquirirá tal noção. Para atestar, estima-se que os carrapatos existem há noventa milhões de anos e continuam indiferentes aos corpos em que se alimentam. Continuam hematófagos...
  10. Similarmente o ser humano procede ao se referir ao mundo em que habita, conhece-o interiormente. Impedido por absoluta impossibilidade é incapaz de sequer sonhar com a inquestionável preexistência universal na sua plenitude infinita e infindável. Mas a INTELIGÊNCIA que o exalta sobre outras espécies lhe proporciona ideação relativa ao PRIMORDIAL.
  11. Outrossim, para não proporcionar indevidas conjecturas, a leitura desta obra deve ser contínua e não entremeada, para que o tema filosófico seja integralizado e o entendimento alcançado.
  12. Ao ler, compreende-se; ao reler, entende-se.

Com estas palavras almejo ter alcançado o pretendido.

Respeitosamente,

O Autor

 

Tópico: FÓRUM ESPECIAL

Data 05/04/2015

De Zé Maria Ferr

Assunto O estar.

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O Lulu Santos escreveu: - Eu vejo a vida bem melhor no futuro. Pois é, para tanto o que é, é. O que será, será. Daí eu fico com o que ganhei - O Presente. Assim sendo pratico o que me contamina: - O Bem! Convido-o e ao aceitar o convite faremos um mundo melhor no agora.

Data 09/04/2015

De J. Morcerf

Assunto Re:O estar.

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Convite feito, e aceito! Sendo este objetivo o principal...